Traumatologia e Ortopedia
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 Fratura diafisária dos ossos do antebraço  
Fratura diafisária dos ossos do antebraço
na criança ...

Mecanismo/ Classificação/ Tratamento:

As fraturas das diáfises rádio ulnar geralmente são causadas por forças indiretas, como uma queda com o braço estendido. A principal força de deformação passa 1° pelo rádio, que quebra primeiro, seguido pela ulna. São mais comuns em crianças mais novas pq osso cortical é mais poroso.(Sizínio: Mecanismo geralmente é golpe direto sobre antebraço)
Critérios de Milch para determinar alinhamento e torção dos ossos:
- RX perfil: coronóide aponta em direção anterior e estilóide ulnar em direção posterior
- Rx AP ( normal, com antebraço supinado): tuberosidade bicipital é vizualizada e é medial.
Classificação: AO para diáfise ossos do antebraço ou Descritiva conforme está no Rockwood:
Grau de Completitude: Deformidade plástica, Galho Verde ou Completa.
Direção da deformidade: ápice volar ou dorsal (importante para tratamento das Galho Verde)
Articulação rádio ulnar rompida: Distal (Galeazzi) ou Proximal (Monteggia).
O objetivo do tratamento das fraturas em galho verde ou completas é a recuperação da rotação do antebraço sem deformidade estática. Retardo de consolidação e pseudoartrose são raros em crianças, por isso redução fechada e gesso são bem sucedidos na maioria dos casos.
10° de angulação no1/3 médio ou distal não causa perda funcional da rotação e podem ter correção espontânea ( o que depende da idade sendo melhor qdo abaixo de 10 anos, distância placa-fise já q as distais corrigem mais). 20° podem ser corrigidos espontaneamente abaixo de 10 anos de idade.
Nas fraturas em galho verde: Quebrar ou não a cortical intacta??!! Não há unanimidade... Rockwood prefere quebrar pq afirma q isso diminui risco de refratura.
Tipo Tórus: identação na cortical metafisária no lado da compressão. O tratamento é com gesso curto por 03 semanas .

Manobras/ Maneira de imobilizar/ O que fazer neste momento?

A técnica de redução fechada exige relaxamento mm por sedação, anestesia regional ou mesmo geral. Intensificador é de grande valor qdo possível. Na 1ª fase é importante a tração para depois aumentar a deformidade usando o periósteo como dobradiça fazendo redução e mantendo estabilidade pelo periósteo e por gesso bem moldado (oval) e com três pontos de apoio, axilo palmar. Rádio e ulna são reduzidos separadamente. Rockwwod: posição quase sempre é neutra ou com leve supinação. Como ocorre perda da redução em + 10% das fraturas (principalmente 3 semanas iniciais) é necessário controle rigoroso com reavaliação na1ª, 2ª e 3ª semana. Se necessário pode ser trocado gesso devido diminuição do edema após 10-14 dias. Antes pode haver perda da redução. Na 1ª semana pode aceitar até 15-20° de angulação e 45° de rotação se criança menor q 8-9 anos. Se maior aceita-se 10° de ang. e 30° de rot. Durante 2ª e 3ª semanas a fratura ainda poderá ser manipulada se houver perda da redução. Se não houver perda da redução: gesso longo 4 semanas + luva gessada 2 semanas.
RX per operatório. Tratamento/ Técnica:
Fixação Intramedular: mto usada, eficiente nas fraturas instáveis. Necessita uso de gesso acima do cotovelo no pós operat. . Pouco agressiva qdo comparada à placa e parafuso. Introduzir 1°, fio da ulna pelo olecrano e no rádio pela extremidade distal(fugir da fise se possível).
Placa de compressão: usar placa menor q aquelas utilizadas em adultos, porém técnica é a mesma. 1/3 médio e distal usar acesso de Henry pro rádio. Acesso subcutâneo(direto) pra ulna. Dois acessos evitam sinostose. Estabilização permite mobilização precoce.

Arquivos de resumos, aulas, vídeos e mais informações nos aditivos.
Author: Dublê
Date: 21/4/2014, 12:35
Tipo do Texto: Trauma
Categoria: Pediátrica
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